Cris

Cris

quinta-feira, 6 de junho de 2013

sistemas

Sistema desigual
No planeta banal
O povo marginal
tratado como animal
Mundo irracional

terça-feira, 4 de junho de 2013




Trabalho
Necessitamos do trabalho.
Ocupados no ofício,
Estudamos no sacrifício
Quebramos o galho
No melhor da nossa energia.
O magistério com alegria.

Ritmo caótico.
Sem parafusos e molas.
Será o fim das escolas?
Sem rumo patriótico.
Onde não existe encanto e magia.
Com muito esforço e agonia.

O Brasil esquecido.
Com brutalidade
E muita infantilidade.
Tudo muito esquisito.
Político faz promessa,
Mas nada que interessa.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Nova Idade Média?

Nova Idade Média?

Em épocas de obscurantismo
Seria a tecnologia um novo ismo
num patamar em espiral
um lance espiritual
Uma nova idade média
na era da mídia.

Se o nosso conhecimento
não ascender dos mofos dos livros
seremos engolidos
nesse aquecimento
das pulsantes máquinas
transformando ciência em magia 
entendimento em perplexidade diante de algo
inatingível.

Em épocas de trevas
se queima as ervas
junto com os neurônios
não se resolve mais os polinômios
Uma nova idade média
na era da tecnologia.

 Se o nosso conhecimento
ficar esquecido nas distantes
bibliotecas
ou nas entranhas das redes
on line
engoliremos ideologias
sem fundamentos guiados num
barco
para o mesmo lado
de todos os alienados e enganados
com salvação imaginária
de um mundo fictício 
vendido aos milhares
sem base material.

Em épocas de alucinação
vivemos nesse turbilhão
engolidos pela esperança
num mundo onde milhões não enchem a pança
Uma nova idade média
na era que contagia.  

segunda-feira, 4 de março de 2013

Geografia crítica



Geografia Crítica foi insuflada na década de 60, postura radical, frente à realidade social, proposta de uma Geografia militante, lutando por uma sociedade mais justa. A tendência radical concentrou-se inicialmente numa crítica da ideologia e das práticas geográficas. Colocou em questão o racismo, o classismo, o etnocentrismo e o sexismo nos textos de Geografia e no ensino da matéria.
Atacou a posição dominantemente positivista dos geógrafos como uma manifestação da consciência empresarial burguesa, como Ellen Semple, cujo pensamento estava baseado no determinismo geográfico, acreditava que o meio físico tem papel mais preponderante do que a ação humana e sua cultura na transformação espacial, onde o meio determina o homem. Esta Geografia radical denunciou o papel dos geógrafos nas iniciativas imperialistas e no planejamento urbano e regional dirigido para controle social no interesse da acumulação capitalista.
Buscou revelar os pressupostos ocultos e as tendências de classe no interior da Geografia por meio de uma severa crítica das suas bases filosóficas.
Buscou-se também identificar e preservar as facetas da Geografia relevantes para a reconstrução socialista e fundir os aspectos positivos da Geografia burguesa com um entendimento reconstituído da Geografia, subjacentes aos textos de Marx e Engels. Alguns geógrafos usaram a descrição como denúncia da realidade, entre eles temos Josué de Castro e Lacoste, Pierre George introduziu alguns conceitos marxistas na discussão geográfica.
Muitos geógrafos marxistas buscam percepções mais profundas sobre a maneira pela qual diferentes formações sociais criam paisagens materiais e sociais a sua própria imagem, como David Harvey, ele coloca a luta de classes no centro dos debates temáticos da Geografia. Explora a maneira pela qual o capitalismo transforma e cria a natureza sob a forma de novas forças produtivas que se implantam sobre o solo e coloca em movimento processos irreversíveis, e muitas vezes prejudiciais, de mudança ecológica. Examina como as configurações espaciais das forças produtivas e das relações sociais são criadas e com que efeitos: o desenvolvimento geográfico desigual, a integração espacial do capitalismo mundial por meio da mobilidade geográfica do capital e do trabalho. Procura explicar como a exploração de pessoas o de um lugar por pessoas de outro lugar (as periferias pelo centro, as áreas rurais pelas cidades) pode surgir numa formação social dominada pelo antagonismo entre o capital e o trabalho.
 Os geógrafos procuram compreender como as crises econômicas se manifestam geograficamente através de processos de crescimento e declínio regionais, outros são ecléticos, como Edward Willian Soja, cujos trabalhos são voltados para o planejamento urbano, baseando seus estudos no materialismo histórico, fazendo uma poderosa crítica ao historicismo e a seus efeitos que restringem a imaginação geográfica, defende um repensar da dialética do espaço, do tempo e do ser social.

2013 novos textos

Geopoesia 2013

O poderio americano influencia a América Latina e a Geografia tem um enorme - poder - capacidade para nos guiar neste delicado terreno, mas prazeroso  das análises geopolíticas. Quando colocamos o termo delicado, isso significa dizer, que a Geografia apesar de apresentar importante contribuição, temos poucos geógrafos participando do debate cultural, talvez porque não são convidados pela mídia ou não querem participar das análises geopolíticas, portanto temos que analisar a geografia neste início de século para podermos entender a ausência de geógrafos e os problemas decorrentes  das ameaças que a Geografia sofre fora e dentro já apontados por Yves Lacoste e Milton Santos. Acreditamos que a Geografia se tratada seriamente no sentido de formar uma teoria sólida tem uma importante contribuição para oferecer, temos que afastarmos de uma teorização de empréstimos não podemos ficar  subordinados na formulação teórica de outras disciplinas, temos que construir uma Geografia sólida...


domingo, 20 de maio de 2012

TCC O mundo em crise

TCC O Mundo em Crise

O que pesquisar?

1) Globalização: conceitos e História.
2) Crise econômica: quando iniciou, onde e como.
3) Grécia: de todos os países em crise este é especial.
4) União Européia: como funciona e como regula o comércio de seus membros.
5) Protestos: como é a reação social diante da crise?

         Essa é linha de trabalho para entendermos a crise, vale a pena pesquisar imagens, mapas e gráficos relacionando com o trabalho evidentemente não podemos ficar só na internet o correto é pesquisar em livros, revistas e jornais tornando o trabalho mais rico e criativo.

Livros:

CATANI, Afrânio Mendes. O que é Capitalismo? São Paulo: brasiliense, 2011.
HELD, David. Prós e Contras da Globalização. São Paulo: zahar, 2011.
SANTOS, Milton. Por uma outra Globalização. Rio de Janeiro: Record, 2011.


quinta-feira, 15 de março de 2012